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Sobre

Matadouro — Centro Cultural do Porto

Introdução

O Matadouro — Centro Cultural do Porto é um projeto que resulta da requalificação do Antigo Matadouro Industrial do Porto, transformando-o num novo centro cultural ligado à cidade e à comunidade. Destacando-se como um dos principais edifícios requalificados pelo arquiteto japonês Kengo Kuma em parceria com o atelier portuense OODA, o Matadouro — Centro Cultural do Porto apresenta-se como um ecossistema cultural colaborativo, construído com e para as pessoas. Situado na zona oriental da cidade, será um espaço coletivo de encontro, partilha e construção, que desenvolverá um vasto programa suportado nos eixos identidade, património e criação, dentro e fora de portas, promovendo diálogos interculturais e interdisciplinares nos âmbitos local, nacional e internacional.

Branding

Matadouro — Centro Cultural do Porto

A identidade visual do Matadouro — Centro Cultural do Porto reflete a singularidade do edifício através de um sistema com base em linhas verticais e horizontais que evocam janelas e portas — de dimensões e formatos diversos — e a possibilidade de ver, transpor e encontrar vários espaços e perspetivas. Estas linhas estruturam toda a base gráfica do projeto, adaptando-se tanto ao conteúdo como aos futuros espaços.


Inventário Espacial

Espaços culturais

Piso 1
Piso 0
  • Piso 1
    • 5
      Museu das Convergências

      O Museu das Convergências, enquanto equipamento cultural com funções museológicas, parte do programa estratégico do Município para a valorização do património cultural e do seu reconhecimento como agente de dinamização cultural e fator de coesão social e das comunidades.

      Para além de outras obras do acervo municipal, o Museu irá expor ao público a Coleção Távora Sequeira Pinto, que passou para a esfera municipal no âmbito da celebração de contrato de comodato. Esta coleção particular é constituída por bens culturais de origens e tipologias muito distintas — nomeadamente, escultura, mobiliário, cartografia, desenho, pintura, têxteis, joalharia e prataria, porcelanas e faianças —, incidindo especialmente na presença portuguesa e europeia na Ásia, e contemplando, igualmente, outras zonas geográficas, como África e América do Sul, destacando-se ainda núcleos de arte da antiguidade, arte europeia tardo-medieval, renascentista, barroca e do período Romântico.

      O Museu das Convergências é um museu de arte, vocacionado para o estudo e exposição de bens culturais e artísticos relacionados com os processos de transculturalidade da arte e as histórias de arte conectadas como resultado das mobilidades humanas e da transferência de conhecimento entre culturas.


  • Piso 0
    • 1
      Nave Central

      A Nave Central é o espaço emblemático que marca o acesso ao Matadouro – Centro Cultural do Porto. Monumental e funcional, articula os diferentes equipamentos do centro cultural e constitui uma nova forma de ligação à zona oriental da cidade. Mais do que um eixo de circulação, a Nave Central é uma galeria coberta aberta à atividade e programação artística e cultural, promovendo a fruição, o encontro e a participação de todos.

    • 2
      Práticas Educativas Comunitárias

      O espaço de Práticas Educativas Comunitárias do Matadouro — Centro Cultural do Porto será um núcleo de aprendizagem partilhada, investigação e diálogo entre experiências e saberes. Com um fundo bibliográfico dedicado à arte, à museologia e à relação entre as práticas artísticas e sociais, este núcleo funcionará como um laboratório de experiências formativas, promovendo a troca de conhecimentos entre diferentes gerações e contextos culturais. Através de oficinas, conversas e projetos colaborativos, pretende-se estimular a participação crítica e ativa dos públicos, reforçando o papel do Matadouro enquanto centro promotor da inclusão, da cidadania e do desenvolvimento social e cultural.

    • 3
      Centro de Documentação do Museu das Convergências

      O Centro de Documentação do Museu das Convergências estará vocacionado para a preservação, estudo e difusão de conhecimento nas áreas da arte, cultura e património. Como espaço de informação — físico e digital —, será dedicado ao estudo de artes decorativas, arte contemporânea, história e história da arte, sociologia e antropologia, urbanismo e arquitetura e outros temas relevantes para o estudo do lugar e das coleções que preserva e apresenta. Tem como objetivos apoiar investigadores, artistas, estudantes e a comunidade, bem como promover atividades de mediação que contribuam para o enriquecimento da pesquisa, criação e diálogo cultural.

    • 4
      Galeria Municipal do Porto

      A Galeria Municipal do Porto abraça práticas contemporâneas de escultura, fotografia, imagem em movimento, instalação, pedagogia, performance, pintura, pensamento, pesquisa e som para explorar as artes e a cultura do século XXI. O programa da GMP aborda questões prementes que definem o presente e o futuro próximo, com o objetivo de envolver um conjunto diverso de públicos especializados e generalistas. Desde o relançamento da sua missão institucional em 2014, a Galeria Municipal do Porto colabora com parceiros locais, nacionais e internacionais.

    • 5
      Museu das Convergências

      O Museu das Convergências, enquanto equipamento cultural com funções museológicas, parte do programa estratégico do Município para a valorização do património cultural e do seu reconhecimento como agente de dinamização cultural e fator de coesão social e das comunidades. Para além de outras obras do acervo municipal, o Museu irá expor ao público a Coleção Távora Sequeira Pinto, que passou para a esfera municipal no âmbito da celebração de contrato de comodato. Esta coleção particular é constituída por bens culturais de origens e tipologias muito distintas — nomeadamente, escultura, mobiliário, cartografia, desenho, pintura, têxteis, joalharia e prataria, porcelanas e faianças —, incidindo especialmente na presença portuguesa e europeia na Ásia, e contemplando, igualmente, outras zonas geográficas, como África e América do Sul, destacando-se ainda núcleos de arte da antiguidade, arte europeia tardo-medieval, renascentista, barroca e do período Romântico. O Museu das Convergências é um museu
      de arte, vocacionado para o estudo e exposição de bens culturais e artísticos relacionados com os processos de transculturalidade da arte e as histórias de arte conectadas como resultado das mobilidades humanas
      e da transferência de conhecimento entre culturas.

    • 6
      Práticas Artísticas Comunitárias

      Lugar de criação coletiva e experimentação artística, aberto a todas as pessoas interessadas em explorar a arte como meio de expressão e transformação. Com uma abordagem multidisciplinar, acolherá projetos que cruzam linguagens visuais, performativas, sonoras e literárias, incentivando o envolvimento direto de artistas, coletivos e comunidades, profissionais e não-profissionais. Será um espaço de colaboração, comprometido com a pluralidade de vozes e a construção de sentidos comuns, dentro
      e fora do centro cultural.

    • 7
      Ateliers Artísticos

      Locais de trabalho e de experimentação artística destinados a apoiar criadores em diferentes fases de investigação, desenvolvimento e produção. Concebidos para acolher diversas práticas — das artes visuais à performance, passando pela escrita, som e novos media —, oferecerão condições para a criação de projetos autorais e colaborativos, promovendo a troca de experiências entre artistas e a comunidade, estimulando redes de colaboração e a circulação de ideias no panorama cultural da cidade e da região.


Equipa

  • Direção de Convergências

    Direção
    Rui Silvestre

    Direção Executiva
    João Covita

    Coordenação Técnica
    Francisco Teles

    Gestão de Projetos Educativos
    Marta Bernardes

    Produção Executiva
    • Ana Amorim
    • Celeste Domingues
    • José Ralha

    Comunicação
    Ricardo Alves
  • Museu das Convergências

    Direção
    Rui Oliveira Lopes

    Museologia
    Sofia Mendes

    Conservação e Restauro
    Bárbara Campos Maia
  • Gabinete de Arte e Coesão

    Gestão de Produção
    Tiago Espírito Santo

    Produção Executiva
    Margarida Andresen

    Gestão Técnica
    Cárin Geada
  • Design

    Design gráfico
    Atelier D’Alves

    Web design e desenvolvimento
    PLANA
  • Câmara Municipal do Porto

    Presidente
    Pedro Duarte

    Vereador da Cultura
    Jorge Sobrado
  • Ágora — Cultura e Desporto do Porto, E.M.

    Presidente do Conselho de Administração
    Rodrigo Passos

    Vice-Presidente do Conselho de Administração
    César Vasconcellos Navio

    Vogal Executiva do Conselho de Administração
    Joana Meneses Fernandes

    Secretariado da Administração
    Cátia Silva, Liliana Santos

    Direção de Serviços Jurídicos e de Contratação
    Sérgio Caldas

    Direção de Gestão de Pessoas, Organização e Sistemas de Informação
    Sónia Cerqueira

    Direção Financeira
    Alexandra Espírito Santo

    DPO
    Filipa Faria

    Direção de Comunicação e Imagem
    Bruno Malveira

    Direção de Manutenção
    • João Bastos (Coordenador)
    • Miguel Ivo (Coordenador)
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